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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Bárbara Wagner lança livro hoje, no Bar Central



O livro de fotografias Ensaio, de Bárbara Wagner, será lançado hoje, às 19h, no Bar Central (Rua Mamede Simões, 144 - Boa Vista). Patrocinada pelo Funcultura, a publicação traz 36 retratos de integrantes dos maracatus Estrela Brilhante, Águia Dourada e Cambinda do Cumbe, todos de Nazaré da Mata.

Eles foram fotografados sem a indumentária do maracatu rural, durante os ensaios que antecedem o carnaval. O material do livro integra uma série de fotos que no próximo dia 10 (quarta-feira) serão mostradas ao público em exposição individual na Galeria Marcantônio Vilaça do Instituto Cultural Banco Real.

Bárbara começou a pesquisar o tema em 2008, a convite do compositor Siba Veloso, para assistir os ensaios do Macacatu Estrela Brilhante. Motivada pelo interesse jornalístico de buscar uma realidade pouco revelada, Bárbara captura os brincantes à noite, durante os ensaios, entre os seus. A opção pela informalidade revela formas menos viciadas deolhar para o maracatu rural, uma das imagens mais estereotipadas da cultura pernambucana.

"Quis escapar dessa prática de fotografar os caboclos coloridos, em movimento, com céu azul ao fundo", diz a fotógrafa. Optou por mostrá-los parados, em duas situações: de pé, antes de entrar na brincadeira; e no chão, estáticos, enquanto o mestre canta a toada.

A primeira exposição veio ano passado, em coletiva promovida pelo programa Rumos Itaú Cultural. O patrocínio para rodar o livro (mil cópias a R$ 25 cada) pelo Funcultura veio logo depois. A individual no Instituto Banco Real promove o encontro entre a artista e o curador carioca Marcelo Campos.

Com projeto gráfico de Clara Gouvêia, o livro usa páginas duplas para dispor de maneira uniforme 15 fotos horizontais e 15 verticais. Cada sequência compõe um sentido de leitura próprio, com fotos invertidas com relação à outra parte. "O único movimento é de quem está lendo, porque precisa virar o livro". O texto é do historiador italiano Giuliano Sergio, que contribui como observador externo para o conceito do projeto.

(Diario de Pernambuco, 02/02/2010)

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Thomas Farkas no Recife





O fotógrafo Thomas Farkas, 85 anos, estará no Recife na próxima semana para a abertura da exposição Notas de viagem .

Trata-se de uma série de imagens realizadas nos anos 70, durante viagem que fez nos anos 70 ao longo do Rio Negro, na Amazônia, com o compositor paulista Paulo Vanzolini e o cineasta baiano Geraldo Sarno. Coloridas, as fotos são uma exceção em sua obra, marcada pela imagem em preto e branco.

Nascido em Budapeste, Hungria, Farkas se mudou para o Brasil com a família, ainda criança. Por volta dos 20 anos passou a se dedicar à fotografia, através da qual registrou a construção de Brasília e, mais tarde, as expressões da cultura nordestina em expedições que depois ficaram conhecidas como Caravanas Farkas.

A exposição abre na próxima terça-feira, na Galeria Arte Plural, em evento somente para convidados. A partir da quarta, estará aberta para visitação.

A idade avançada não impedirá Farkas de receber o público na quarta à noite, onde faz uma palestra gratuita às 19h.

A Arte Plural fica na Rua da Moeda, 140, Recife Antigo. Informações: 3424-4431

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Rolling Stones como você nunca viu


Os Stones em Copenhague, minutos antes da coletiva de imprensa da primeira turnê européia

Parece incrível, mas uma vasta coleção de fotografias dos Rolling Stones permaneceu praticamente desconhecida por exatas quatro décadas. São mais de 300 imagens do famoso grupo inglês, clicadas entre os anos 1965 e 66 por Bent Hej.

Publicado originalmente em 2006, o livro Rolling Stones - o começo, chega ao Brasil em luxuosa edição da Larousse. São 320 páginas que mostram Mick Jagger, Keith Richards, Brian Jones, Bill Wyman e Charlie Watts durante a primeira turnê pela Escandinávia e países da Europa. Naquele momento, o fotógrafo era considerado pelos músicos como se fosse da família.

Foi uma amizade curta que, alega o autor, terminou por conta da excessiva quantidade de drogas que a banda começava a consumir. O "saldo" dessa convivência revela o grupo em ação no palco, bastidores e desinibidas comemorações, além de flagrantes nos aeroportos, hotéis e na casa de cada um.

Hej foi apresentado à banda numa coletiva de imprensa em 25 de março de 1965, noRoyal Hotel de Copenhague. Ele era conhecido dos empresários, pois trabalhava num dos maiores jornais da Dinamarca, e havia se especializado em fotografar astros pop que visitavam o país - seu primeiro trabalho foi com os Beatles. Naquela época, os Stones já acumulavam três compactos no topo da parada britânica, já haviam tocado em todo o Reino Unido, e voltado da segunda turnê norte-americana. Eles estavam prestes a saltar do posto de "famosos da vez" para o Olimpo da cultura pop e essa transição fica evidente ao longo do livro.

Sempre presente, o texto de Hej contextualiza cada foto em seu tempo/espaço. Há minibiografias de cada artista, mas o todo pode ser entendido como fosse um diário de bordo. Ele conta que, durante a turnê pela Escandinávia, as drogas mais pesadas usadas pelo grupo eram doses de uísque com coca-cola, combinação bastante em voga na época. Na volta, Brian Jones, compositor, guitarrista e fundador da banda (a ideia do nome Rolling Stones é atribuída a ele), se hospedou na casa de Hej, o que gerou a primeira sessão de fotos individuais, seguida por Watts, Wyman e Richards, que escolheu ser fotografado em um quarto de hotel do que na própria casa.

De todos, Jagger foi o único que recusou o convite, por acreditar que um artista popular não deveria abrir mão da privacidade, mas topou quando percebeu que o projeto poderia render algum dinheiro para o fotógrafo. Nas fotos, ao lado de móveis e carros novos, fica clara a ascensão financeira que os Stones viviam. Jagger é o que melhor administra a sua figura, no que parece ser uma vocação natural, já que os demais, iniciantes, estão claramente pouco à vontade.


Dinamarquês Bent Hej hoje mora no sul da França e se dedica a fotografar plantas

No ano seguinte, convocado por uma revista alemã, Hej registrou a histeria nos shows dos Stones em Berlim, principalmente quando canção-ícone Satisfaction foi tocada. Estava claro: ali nascia a lenda. Nos bastidores, Haj flagra uma falsa queda de braço entre Jagger e Jones, uma brincadeira que de certa forma ilustra uma fissura que culminaria em junho de 1969, na saída de Jones. Menos de 30 dias depois, ele seria encontrado afogado na piscina de sua casa, em circunstâncias até hoje pouco esclarecidas.

Em 1970, um novo e derradeiro encontro entre o grupo (já com o novo guitarrista, Mick Taylor), revela uma postura bem mais confiante perante o público e as câmeras. Um epílogo e tanto, inclusive para a carreira de Hej, que deixou o universo rocker de lado para se dedicar a outros temas da fotografia.

Em 2004, no entanto, Hej mostrou o material guardado no armário ao baixista Bill Wyman, que o encorajou a publicar. "Fiquei sem palavras. Não tinha a menor ideia de que ele houvesse fotografado tanto, nem tempouco tinha uma referência da envergadura desse trabalho. Até aquele momento de nossa carreira, nenhum fotógrafo havia tido acesso aos Stones como Bent. Ele estava ali, num momento crucial da nossa vida, como nenhum outro fotógrafo esteve antes ou depois. E é essa proximidade que confere singularidade às fotografias de Bent", escreve Wyman, no prefácio deste obra tão superlativa quanto a maior, maislongeva - e fotografada - banda do planeta.

Serviço
Rolling Stones - o começo (Larousse do Brasil)
Preço: R$ 180

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Matéria primordial da sétima arte - entrevista com Carlos Ebert



Carlos Ebert, Lúcio Kodato e Flávio Ferreira, três experientes diretores de fotografia do cinema nacional, se encontram no Recife para ministrar uma das oficinas do Centro Audiovisual Norte-Nordeste (Canne). Será amanhã pela manhã, somente para convidados. Logo depois, é a vez do público interessado receber uma superaula sobre o tema, na palestra gratuita Novos horizontes do cinema nacional, marcada para as 15h no Cinema da Fundação (Fundaj - Derby).

Na pauta estão as novas perspectivas da cinematografia contemporânea, inclusive no que diz respeito à interação entre linguagens, gêneros e mídias. A união de forças entre os três "cinematógrafos", para usar um termo mais específico, faz da palestra uma ótima oportunidade para compreender o cinema a partir de sua matéria primordial: a luz.

O evento é promovido pela diretoria de cultura da Fundaj, em parceria com a gerência de audiovisual da Fundarpe. A organização é de Flávio Ferreira que, entre outros trabalhos, é responsável pela fotografia da novela Xica da Silva (TV Manchete) e dos programas Brasil legal e Brava gente brasileira (Globo). Já Kodato trabalhou com uma infinidade de diretores, entre eles Leon Hirszman, Roberto Santos, Maurice Capovilla e Silvio Tendler, e John Boorman, na produção internacional Floresta das esmeraldas (1985).

Completa a tríade o carioca Carlos Ebert, que começou aos 19 anos como um dos fotógrafos do clássico O bandido da luz vermelha (1968), de Rogério Sganzerla, e nos últimos anos vem trabalhando com talentos como o paranaense Rodrigo Grota (Satori Uso, Booker Pittman) e o pernambucano Marcos Enrique Lopes, com quem desenvolve o curta-metragem Janela molhada. Em entrevista ao Diario, ele antecipa alguns temas que serão tratados no encontro de amanhã.

Entrevista // Carlos Ebert: "A sensibilidade e conhecimento de cada fotógrafo levam a uma imagem única"

Como o senhor define uma profissão como a sua, situada entre a técnica e a criatividade?
Costumo dizer que o diretor de fotografia é uma espécie de demiurgo entre o roteiro escrito e a criação das imagens. É um trabalho mais de transcriação que de transposição. Por isso, a escolha de um diretor de fotografia é uma espécie de eleição por afinidade estética e também de afetividade, pois é preciso se dar bem com a pessoa. Claro que fazer um filme é trabalho de equipe, mas a sensibilidade e conhecimento de cada fotógrafo levam a uma imagem única. Por isso, há diretores que gostam de trabalhar com determinados fotógrafos, mas em determinados filmes percebem que não é o fotógrafo ideal. Cada caso é um caso. Nos grandes filmes da história do cinema, o "casamento" entre diretor e fotógrafo sempre é muito bom.

Qual a diferença do seu trabalho com Sganzerla, e o que você vem desenvolvendo com novos diretores?
É diferente sim. Com o Sganzerla nós tinhamos a mesma idade, estavámos descobrindo como fazer cinema juntos. Aos 42 anos de carreira, prefiro trabalhar com os mais novos porque já conheço as demandas da minha geração. Gosto dos jovens porque seus pedidos constituem um desafio. Por essa experiênca, posso ajudá-los a realizar suas ideias.

Nos filmes feitos hoje no país, há o que possa ser classificado como uma fotografia "brasileira"?
Não. As ferramentas de captação digital aumentam em número e qualidade, o que deu espaço para o surgimento de uma diversidade de estilos. Mais do que isso, as fotografias estão se tornando cada vez mais específicas para cada história.

As possibilidades digitais permitem simular a textura da película de forma satisfatória, ou isso permanece um desafio?
É possível simular qualquer coisa digitalmente, inclusive riscos e outras "sujeiras" de filmes mal conservados. O suporte digital já chegou na mesma resolução que o fotoquímico, mas isso não significa o fim da película, pois ela ainda é a melhor forma de conservar um filme. Se bem cuidada, a película pode durar até 150 anos, e nenhum arquivo digital chega a tanto. Nisso ela é superior, e essa é uma função muito nobre.

Quais vantagens e desvantagens da nova geração de fotógrafos, que começa trabalhando no suporte digital?
A vantagem deles é desfrutar dessa diversidade de formatos e possibilidades infinitas de manipulação da imagem, algo inédito para qualquer outra geração. A desvantagem é que, para desfrutar disso com bom rendimento, é preciso mais disciplina na definição da linguagem. Pois é muito fácil se seduzir com os efeitos e perder o foco narrativo do filme.

* publicado no Diario de Pernambuco

terça-feira, 13 de novembro de 2007

NOVEMBRO_IMAGÉTICO_MULTIMIDIÁTICO_ARTISTICO



Mais informações:

81.92418275
81.86178324

www.oimaginauta.blogspot.com
www.flickr.com/photos/oimaginauta
www.youtube.com/user/ghtavora
www.multimediaimageticteaching.blogspot.com

sábado, 8 de setembro de 2007

Inscrições abertas para o 2º Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre

Com formato de festival de cinema, o Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre - FestFotoPoa está com inscrições abertas até o dia 20 de setembro.

Esta é a segunda edição do evento que no começo do ano convidou Martine Franck, viúva do fotógrafo Cartier-Bresson.

As inscrições podem ser feitas de acordo com as regras do regulamento disponível no site do evento.

A proposta principal do FestFotoPoA é realizar uma exposição sem galerias ou fotos impressas em papel.

Ou seja, só serão aceitos trabalhos digitais ou digitalizados, editados para serem projetados em telão, numa sala escura, como peças audiovisuais.

O formato "projeção" oferece uma gama de recursos que vão além da fotografia convencional, e a aproximam da linguagem cinematográfica. Possibilidades narrativas que incluem o tempo de duração do todo e de cada imagem, e transições quadro-a-quadro (fade in, fade out, fusão), movimentos dentro da imagem, entre outras.

Assim, os produtores do evento esperam tornar a linguagem fotográfica mais acessível a públicos diferentes dos especialistas no assunto.

O FestFotoPoa será realizado entre os dias 08 e 13 de janeiro de 2008.

A autora homenageada é a fotógrafa suíça Claudia Andujar (1931-), que vive no Brasil desde 1955, e a partir de 1970 abandonou o fotojornalismo para documentar a vida dos índios Yanomami.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

Semana de Fotografia do Recife vai pra Tamarineira



Mostra inclui projeção de Sentimento Antigo, de Renato Teles e Germano Rabello

Hoje à noite (quinta, a partir das 18h), a 1ª Semana de Fotografia do Recife estende sua programação para as instalações do Hospital Ulysses Pernambucano, mais conhecido como Hospital da Tamarineira (próximo à Praça da Jaqueira).

Ótima idéia da produção do evento que, com a intenção de ampliar o diâmetro geográfico da programação (em espaços como a Comunidade do Pilar – (Recife Antigo) e a Estação Central do Metrô), termina por contribuir com o intercâmbio entre artistas e público com os moradores da casa de repouso e tratamento psiquiátrico, num contexto que tem a arte como denominador comum.

Uma das projeções se chama Sentimento Antigo (Recife, 4'30''), do fotógrafo Renato Teles, com edição de Germano Rabello. Nela, Teles reúne imagens de sua mãe e seus 11 filhos, em várias fases de sua vida, sendo a primeira quando ela tinha 16 anos. Como trilha sonora, o fotógrafo escolheu a composição "Nocturno", do espanhol Manuel De Falla (1876-1946).

Além de "Sentimento Antigo", serão exibidos os seguintes trabalhos:

Papangu 3'
Junancy Wanderley (PE)

O colorido das flores 9'
Michelline F. Rodrigues (PE)

Recifes 3'32"
Rosaclara Freire (PE)

Abstrações fotográficas 4'
Enio Castelo (CE)

Via Láctea 1'17"
Alexandre Belém (PE)

Um ser 3'05"
Orlando Nascimento (PE)

"Assim como . . ." 4'
Patrícia de Freitas (PE)

Favela 12-24 2'48"
Chico Porto (PE)

Uma viagem lomográfica 2'47"
Patrícia Leal (PE)

RecifeMostraLOMO 6'27"
Coletivo RecifeMostraLOMO
(PE, SP, PR, RJ, GO, EUA)

Múltiplas visões 9'30"
Câmara Escura (PE)

Doutores da Alegria 5'
Helder Tavares (PE)

Corredor cultural 9'42"
Marcelo Feitosa (PE)

E o Sertão não virou mar 4'16"
Pedro Moreira (PE)

Mazurca do Alto do Moura 6'08"
Raquel Santana (PE)

Urbecama 1'58"
Júnior Pimenta (CE)

...Feito poeira no vento... 3'30"
Dirceu Maués PA

A Magia do toque 4'
Júlio Riccó (SP)

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Alunos da "Oi-Kabum!" e "Ver Para Ser" participam da I Semana de Fotografia do Recife



Um dos destaques da programação da I Semana de Fotografia do Recife serão as mostras "Sal de Prata" e "Réstias". Elas são, respectivamente, resultado do trabalho dos jovens dos projetos "Oi Kabum! Escola de Arte e Tecnologia" e do Projeto "Ver para ser".

A abertura será neste domingo, às 16h, na Oi Kabum! (Rua do Bom Jesus, 147 - Recife Antigo). A exposição ficará aberta à visitação até o dia 14 de setembro, das 14 às 18h. Para informações, basta ligar para o 3224-0281.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

I Semana de Fotografia do Recife



Começa neste domingo a 1a Semana de Fotografia do Recife. O evento, que inclui a II Mostra Recife de Fotografia, é uma realização da Prefeitura da Cidade do Recife por meio da Gerência de Serviços de Fotografia da Fundação de Cultura.

A abertura será às 19h, na Torre Malakoff (Recife Antigo), com exposição e lançamento do livro "Linguagens" e exibição da II Mostra Recife de Fotografia.

De acordo com o texto de divulgação, o objetivo é reunir "fotógrafos profissionais, amadores, artistas visuais, referências do cenário local e nacional, além do público em geral, para vivenciar a pluralidade de olhares a partir do fazer fotográfico".

Em seu primeiro ano, o evento também pretende discutir e refletir sobre os rumos da fotografia contemporânea, com destaque para o aspecto da linguagem fotográfica
como ferramenta para educação e arte na perspectiva de inclusão social.

A programação consiste de exposições, oficinas, debates, lançamentos de livros, mostras de fotografia, leituras de portfólio e palestras. As atividades serão descentralizadas e abertas ao grande público.

No Cinema da Fundação (Fundaj / Derby), por exemplo, serão exibidos trabalhos selecionados pela mostra antes das sessões dos dias 26 de agosto (domingo) e 01 de setembro (sábado).

As demais exibições serão realizadas nos seguintes locais:
26/08 – 19h00 - Torre Malakoff (Recife Antigo)
27/08 – 18h00 - Pátio de São Pedro (São José)
28/08 – 18h00 - Comunidade do Pilar – (Recife Antigo)
29/08 – 17h30 - Estação Central do Metrô (São José)
30/08 – 18h00 - Hospital Ulysses Pernambucano (Tamarineira)
31/08 – 19h00 - UR7 (Várzea)
01/09 – 18h00 - Pátio de São Pedro (São José)

As palestras terão como tema "O mundo digital" pelo paulista Thales Trigo (Teatro Hermilo Borba Filho, dia 27 às 19h); "Tecnologia do Séc XIX a partir do acervo de Murillo La Greca", pela pernambucana Camila Targino (Museu Murillo La Greca, dia 28 às 14h); "O atual momento do fotojornalismo contemporâneo" pelo paulista Eder Chiodetto (Teatro Hermilo Borba Filho, dia 28 às 19h); e "Processos curatoriais na fotografia contemporânea em espaços públicos", pelo paulista Diognes Moura (Teatro Hermilo Borba Filho, dia 29 às 19h).

Para conhecer a programação completa clique aqui.,

Mais informações: (81) 3232.1409 ou semanadefotografia@gmail.com

terça-feira, 3 de julho de 2007

Oficinas, palestras com expoentes da fotografia mundial no "Parahyba Digital"

Quem avisa é a amiga Rosana:

João Pessoa vai sediar um evento multimídia que reunirá os grandes nomes da fotografia mundial na capital paraibana. Trata-se do "Parahyba Digital", que será realizado entre os dias 17 e 21 de julho no Zarinha Centro de Cultura, Casa da Pólvora e Parahyba Café.

O "Parahyba Digital" terá oficinas, palestras com expoentes da fotografia nacional, exposições de artistas, excursões fotográficas, leituras de portfólios, além de mostras paralelas e mostras virtuais.

Entre os nomes confirmados estão: Thales Trigo (diretor do curso de Pós-Graduação em Fotografia do Senac de São Paulo), Simoneta Persichetti (professora, curadora e bacharel em fotografia), Jason Pessoa (professor de Fotografia da Universidade Federal do Paraná), João Lobo, Gabriel Bechara, Cássio Murilo e Augusto Pessoa (todos da Paraíba), Orlando Brito (Brasília), Renan Cepede (Rio de Janeiro), André Vilaron (Brasília), Felipe Duron (Chile), Julien (França) e Catarina Costa Cabral (Portugal) e Laura Mariategui (Argentina).

Informações: www.paraiba.com.br