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sexta-feira, 13 de julho de 2007

Revista Zé Pereira, nas bancas (por enquanto?) do Rio de Janeiro



Foi lançada no último 7 de julho a mais nova revista de cultura brasileira, a Zé Pereira. Logo de cara, há a grata surpresa de ver a arte de Jano estampada na capa.

Para quem não conhece, o francês Jean Le Guay (Jano)já desenhou o Rio de Janeiro no primeiro número da série Cidades Ilustradas (Casa 21), e esteve no Recife em 2005 como convidado de honra do Festival Internacional de Quadrinhos de Pernambuco (FIHQ). Abaixo, o desenho original feito por ele para a Zé Pereira.



No primeiro número, além de muitos quadrinhos, há matérias como "Trilha sonora de vida fácil", escrita por Rodrigo Fonseca e ilsutrada por Marcelo Quintanilha, sobre as músicas tocadas nos cabarés.

Os editores da revista são Anna Azevedo e Eduardo Souza Lima, o casal de cineastas que alguns anos atrás produziram o longa documentário "Rio de Jano"

Por enquanto, a Zé Pereira está à venda em poucos pontos do Rio de Janeiro. Para saber quais, e ter mais notícias, basta acessar o blog do projeto.

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Alto-imagem: Cinema e outras ações culturais no Alto José do Pinho (Recife)



É hoje à noite!!!

aLto-imagem
Ações artísticas na & com a comunidade de Alto José do Pinho

08/06/2007, sexta-feira, a partir das 17hs
Na Praça Amaro Lopes (Praça da Maconha).
Se chover: no Mercado Público, Espaço Poesis 2
Alto José do Pinho, Recife

Realização:
Grupo Poesis +
epa! +
Oficina circuitos compartilhados +
grupo segura a onda +
Centro de Formação de Artes Visuais da Fundação de Cultura da Cidade do Recife


PROGRAMAÇÃO:
17H às 18H: chamamento para encontro & espaço performático
18h30: Visse? mentalizações sobre o ambiente

19H: Estréia mundial do filme Art-Door
Realizado por Jomard Muniz de Britto, o documentário em Super-8 é um registro da I Exposição Internacional de Art-Door, intervenção em espaço público ocupando 100 outdoors da cidade do Recife com trabalhos de mais de 100 artistas, de 30 países. As duas edições da Art-Door ocorreram nos anos de 1981 e 1982, e foram coordenadas por Paulo Bruscky e Daniel Santiago.

19H30: Lançamento da 2ª edição do Jornal OBS.: , informativo da circuitos em vídeo, com textos e sinopses dos filmes e dos 57 coletivos de artistas participantes da mostra circuitos em vídeo.

19H às 21h: Mostra Circuitos em Vídeo (programação para aLto-imagem)
- Mau-Wal – Encontros traduzidos. (Maurício Dias, Walter Riedweg, Fabiana Werneck, Marco Del Fiol, VideoBrasil)
- A última feira (Ideário)
- Liberte-se. (A Revolução Não Será Televisionada & Cia. Cachorra)
- Olho Grande. (Alexandre Vogler)
- 468 (Bijari)
- Destruindo o monolito. (Telephone Colorido)
- Workshop com Willi Dorner e Anna MacRae. (Acervo Casa Hoffmann)
- Ocupação Guapira. (Catadores de histórias)
- Peneira. ( Cia Cachorra)
- Me convida. (Projeto Matilha)
- Quem representa o povo? (GIRA)

21h às 21h30: Recital Poético Performático / Grupo Poesis
com: Magda Santiago, Gerson Braga & Jailson de Oliveira

21h30 às 22h: Exibição do filme Auto-estima , documentário sobre a comunidade de Alto José do Pinho

sexta-feira, 23 de março de 2007

ECRGO - a maior loja de quadrinhos usados da internet brasileira?



Um gibi passa no máximo um mês na banca, para então, como diz o desenhista Spacca dois posts abaixo, "ser vendido como papel velho". Eu, que guardava minhas revistinhas com excessivo esmero - lavava as mãos antes de ler, e sentia cada amasso nas páginas como se fosse em mim -, sempre achei essa efemeridade um tanto cruel. Como criança dos anos 80, procurava os quadrinhos das décadas anteriores nos poucos pontos que se davam ao trabalho de vender, comprar e trocar gibis usados e muitas vezes embolorados.



Eis que ontem, pesquisando outro assunto no Google, descobri a ECRGO , uma loja virtual de compra e venda de gibis antigos. Na primeira página já dei de cara com reproduções de capas antigas como a acima, que me fizeram relembrar do tempo em que cuidava da minha velha coleção.

Sediada em Ribeirão Preto - SP, a ECRGO significa "Empresa Colecionadora de Revistas Gilciliano de Oliveira". Gilciliano, 35 anos, não tem por que se queixar dos negócios. Vende bem para o Brasil e também para Portugal. Tem 300 fiéis clientes cadastrados no site.

Somando mais de 6 mil itens invendáveis em sua coleção particular (chegou a pagar R$ 800 num site de leilões pela revista Mickey número um), em 1992 Gilciliano resolveu entrar no circuito de compra e venda de gibis. "Eu via um futuro promissor no mercado de revistas, haja vista que gastava um bom dinheiro comprando revistas para minhas coleções. Via como um negócio que no futuro se sustentaria por sí só. Na época eu até tinha emprego, mas não imaginava a dimensão que isto ia tomar, os negócios cresceram bem com a implantação das vendas via internet. No ano 2000 saí de meu emprego, e hoje trabalho apenas com isto", conta o empresário a este blog.

Gilciliano garante que tem a maior variedade de revistas em quadrinhos usadas e raras da internet brasileira: dispõe para venda cerca de 2 mil gibis antigos. Tem informações detalhadas sobre cada um: reprodução da capa, conservação e até peso (cerca de 50 a 100 gramas cada). Os preços variam de R$ 3 a R$ 150, dependendo da raridade da peça - a mais antiga data de 1950 (o faroeste Super X).

No meio de tantos relançamentos de luxo, é interessante encontrar redutos de gibis antigos como o de Gilciliano. E você, conhece algum?