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quinta-feira, 3 de setembro de 2009

O Genesis segundo Crumb



Robert Crumb assina a capa da revista Piauí de setembro.

Ela foi divulgada ontem, pelo Twitter.

Trata-se de prévia da versão que Crumb faz para o livro do Gênesis.

The book of Genesis ilustraded by Robert Crumb terá 224 páginas e deve ser lançado nos EUA em outubro.

A Conrad Editora está cotada para publicar a versão nacional ainda este ano.

Eis a capa original:

quinta-feira, 16 de julho de 2009

HQ inédita de Art Spiegelman na Piauí deste mês



A revista Piauí de julho traz uma história em quadrinhos inédita de Art Spielgelman.

Nela, o autor de Maus e À sombra das torres ausentes analisa como os cartunistas norte-americanos trataram o episódio em que, em 1939, um navio de judeus refugiados da Europa foi mandado de volta sem dó nem piedade.

Na mesma revista, há uma HQ de três páginas de Robert e Aline Crumb. Desta vez, eles refletem sobre a vida no bairro em que moram, numa pequena cidade do sul da França.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Robert e Aline Crumb na Piauí de janeiro



Já não era sem tempo: após publicar trabalhos de Art Spiegelman, Joe Sacco e Angeli, a edição de janeiro da revista Piauí traz uma história inédita do casal Robert e Aline Crumb.

A família Crumb está radicada na França desde 1994. No entanto, nada de aposentadoria. Todos continuam a desenhar HQs, inclusive Sophie, a única filha, hoje com 27 anos.

A HQ publicada na Piauí foi feita por Robert e Aline-Kominsky Crumb, que desenham juntos desde os anos 80.

A história, como sempre uma autoficção (ou seria autobiografia?) versa sobre a vida íntima do casal, quando Aline volta de uma cirurgia plástica para rejuvenescimento facial.

Crumb, que nos últimos tempos vem produzindo sua versão para o antigo testamento, divide com os leitores seu horror em ver o estado do rosto da mulher. "... ela está chafurdando num materialismo nojento! O que ela sabe da extraordinária batalha interior, de quantos mulhares de horas de meditação são necessários para confrontar a verdade, a velhice e a morte?, reflete o desenhista, sentado em sua privada.

Além da espirituosa HQ, a revista traz uma excelente matéria sobre o caricaturista norte-americano David Levine, que após 45 anos trabalhando na New York Review of Books, está aposentando o pincel devido a uma doença degenerativa dos olhos.

A capa da revista também está uma beleza:


Boa leitura!

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Angeli, de volta à Piauí



Angeli está de volta às páginas da revista Piauí. Na capa, e em quase todas as páginas. Neste mês de outubro, o periódico carioca comemora um ano de existência.



No desenho da capa, terroristas árabes parecem ter feito de refém um pinguim de geladeira vestido como Che Guevara. É uma brincadeira com a capa da edição número 2 da revista, que tinha o mesmo sugestivo objeto em cima da geladeira.

Entre as matérias, que tratam de Paulo Maluf a Evo Morales, é possível encontrar várias tirinhas de Angeli, todas da série já famosa nos jornais, "A República dos Bananas". Para falar no assunto, escalaram ninguém menos do que Millôr Fernandes.

Millôr define Angeli não como artista maldito, mas como "revelador" de tipos que estão em todos os cantos, apesar da convenção social não permitir enxergá-los como realmente são. "O desenho do Angelí é a busca, bem-sucedida, de retratar os escrotos que estão diante de nós e nós não vemos. (...) Diz aí, Amália, é porque são nosso reflexo"?


"ANGELI NÃO ANDA EM TURMA", DIZ A LEGENDA

quinta-feira, 15 de março de 2007

Nova HQ de Art Spiegelman no Brasil



Não bastasse ter publicado HQs inéditas de Angeli, Laerte e ilustrações de Millôr em edições passadas, a revista Piauí deste mês se superou ao trazer um trabalho inédito do americano Art Spiegelman.

"Retrato do artista quando jovem" segue a linha biográfica-experimental já conhecidos no Brasil através dos famosos livros Maus e À sombra das torres ausentes. Aliás, a história tem a mesma proposta da que Angeli publicou meses atrás, sobre sua relação de amor obsessivo com um vinil dos Rolling Stones. Só que Spiegelman vasculha sua memória um tanto perturbada para contar como começou a desenhar. Um deleite, do começo ao fim.